terça-feira, 28 de novembro de 2017

Transcendendo do "papel" de pais para o de guia espiritual de seu filho ou filha

Como você percebe o seu "papel" de PAI ou MÃE? O que isso quer dizer para você?
Ser pai ou mãe quer dizer que você 'têm que':
instruir?
orientar?
têm que 'formar' o seu filho?
têm que dizer a ele quem e como ele deve ser?

Estou verdadeiramente curiosa para saber o que você - que está ai do outro lado - pensa sobre o que quer dizer ser pai ou ser mãe...

O que esse "papel" implica para você?

Quando eu penso sobre o papel de ser pai e mãe - chega um carga muito pesada de obrigação de formar - de criar uma pessoinha - como se fosse sua tarefa pegar um monte de massinha e formá-la ou transformá-la em alguma coisa, nesse caso, em um ser humano - que vai se tornar um adulto, preferencialmente bem-sucedido, com certos princípios (familiares/morais/éticos/religiosos), um bom trabalho, um tanto de dinheiro no banco, uma família própria, etc, etc...

Parece que depende dos pais tornar essa criança em alguém - como se fosse sua responsabilidade construir um quebra-cabeça. Então os pais pegam essas várias peças e começam a montar uma imagem - daquilo que acreditam que é a melhor forma para o seu filho ou filha. 

Eu não sei se essa imagem faz sentido para vocês, mas é muito próxima do que eu vejo quando penso no que a cultura propõe como o "papel" do pai e da mãe.

Mas aí eu fico pensando - quem disse que quando a criança chega ao mundo, às nossas famílias, ela é esse monte de  peças soltas ou desconectadas?

Nós, muitas vezes, nem pensamos na possibilidade de que ela vêm já com um espírito, uma alma própria, que deveria ter o direito inato - garantido pelo próprio ato do nascimento - de existir e de ser quem é. 


Afinal de contas, nós - adultos - não permitimos que ninguém monte o quebra-cabeça de nossas vidas em nosso lugar, nem mesmo tentamos fazer isso com as pessoas à nossa volta - nossos amigos, nossos cônjuges, nossos familiares... 

Mas nos sentimos no direito - e no dever - de fazer isso com nossos filhos.

Me diga, honestamente, você aceitaria alguém dizer o que você deveria ser e como você deveria ser?

Você aceitaria que outra pessoa fosse o arquiteto da sua vida e da sua Essência?

Se você - assim como eu mesma - não aceitaria, se você faz absoluta questão de ser autor do seu próprio processo de vida, porque então não estenderíamos a mesma cortesia às nossas crianças?

Muitos dos clientes adultos com os quais trabalho - que vem me buscar aos vinte, trinta, quarenta, cinquenta anos de idade - vem trabalhar exatamente isso:

suas almas despertam para o desejo de se tornarem autores de sua história, de viverem uma vida mais autêntica e coerente com sua própria essência.

E aí precisamos fazer um trabalho gigantesco e hercúleo de desconstruir todas essas camadas, todas essas configurações, todas essas imagens do quebra-cabeça que foram montadas sobre eles por seus pais e pela sociedade.

Eu testemunho diariamente a dor de meus clientes quando passam pelo difícil processo de DESMONTAR esse quebra-cabeça...




Como seria mais fácil se - desde a infância - nosso espírito fosse visto como SOBERANO e DIGNO, como tendo o direito inato de EXISTIR e SER exatamente como é.

Por isso eu acredito que - ao invés de nos atermos a esse "papel" de pai e mãe - seria muito mais benéfico para a criança se pudéssemos nos colocar como guias espirituais...

O que isso quer dizer? Em primeiríssimo lugar essa postura implica no reconhecimento e profundo respeito ao espirito que habita meu filho ou filha - assim, cabe aos pais legitimar que essa pequena criança já é proprietária de uma essência sagrada e que é seu direito inato crescer e florescer de acordo com o que é autêntico e verdadeiro a ela.

Em segundo lugar, como guias espirituais, precisaremos GUIAR, ou seja, teremos de mostrar limites e regras para protegê-la e cuidar dela, é claro, mas - mais do que isso - nossa função é a de indicar caminhos para o crescimento de seu espírito,  o que é muito diferente de impor - de montar o quebra-cabeças PARA ela - mas sim montar COM ela.

Parceiros caminhando juntos - crescendo juntos.

Nessa perspectiva o seu trabalho - como pai e mãe - é muito mais simples do que você imaginava.

Não é sua obrigação CRIAR nada, tudo o que seu filho precisa já existe dentro dele...

A única coisa que você precisa fazer é criar espaço e oportunidades para que esse espírito se manifeste, cresça e floresça.


Claro, você precisa guiá-lo, precisa colocar limites que o protejam física e emocionalmente, precisa ensinar regras de convivência social... Tem tudo isso...

Mas - o mais importante - é que seu filho precisa da sua continência e do seu suporte para que ele possa manifestar a sua verdadeira essência - que é boa, que é iluminada.

Isso já existem dentro dele, em forma de sementes...

Ele apenas precisa que você ilumine e oriente, que você lhe dê a chance de explorar e experimentar... 

E assim ele encontrará o seu próprio caminho - firmemente ancorado na sua Essência e no relacionamento com você (pai/mãe).


Mas ele terá a oportunidade de já - desde cedo - construir o seu quebra-cabeças de maneira coerente com seu espírito, com a sua própria verdade.

Essa é a proposta, esse é o chamado, essa é a nossa oportunidade de agir preventivamente -
formando seres humanos que já - do início - montem um projeto de vida autêntico e significativo para si mesmos

ao invés de continuar repetindo esses modelos adoecidos e depois ter que passar UMA VIDA TODA desconstruindo e reconstruindo o quebra-cabeças...

Pais - elevem-se!
Sejam luz, sejam guias!

Esse é o maior presente que vocês podem oferecer aos seus filhos e à toda a humanidade...

💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖


Todo meu carinho a vocês...
Psicóloga Daniela Elias

Deixe seu comentário, reflexão, crítica, sugestão... O que você pensa é muito importante para mim 😊

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Qual é o maior conflito que você tem com seu filho(a)?

Essa é uma das primeiras perguntas que faço às famílias que vem procurar a minha ajuda...


Às vezes ela já é prontamente respondida, 
mesmo antes de as palavras saírem dos meus lábios.

Os pais chegam à psicoterapia infantil  já com uma lista (às vezes gigantesca) de problemas e conflitos.

Algo que costuma chamar muito a minha atenção é a enorme frequência com que essa lista diz respeito unicamente a criança, por exemplo:

- meu filho é mal-educado;
- minha filha é muito agitada;
- meu filho é desrespeitoso comigo;
- minha filha é agressiva;
- meu filho é medroso e tímido;
- minha filha é desatenta ou vai mal na escola;
- meu filho briga muito com os colegas ou com os irmãos.

Essa lista pode continuar por muitos e muitos itens...

E o que mais me encanta é a facilidade com que podemos criar uma série de razões e justificativas muito adequadas para explicar porque a criança está errada e precisa ser consertada...

É simples, é lógico e pronto...

É isso aí mesmo.

E é CLARO que as famílias agem assim, afinal de contas, é exatamente assim que a nossa cultura nos ensina a fazer - observar tudo o que a criança faz de 'errado', criar a tal da lista de coisas a serem 'corrigidas' e nós (adultos) temos todo o direito e dever de fazer isso.



Então, eu entendo PERFEITAMENTE os pais que chegam assim.

E se você aí que está lendo esse texto já fez isso ou ou já pensou assim, não se assuste, não tem problema!
Você está perfeitamente justificado e validado pela nossa cultura...

E não tem problema, não mesmo, mas eu estou aqui para mostrar uma outra possibilidade de olhar para essa situação...

Se você é muito apegado a esses conceitos culturais talvez não queira continuar lendo esse texto, é bem possível que você não vá gostar muito do que eu tenho a dizer...
😅😅😅😅😅😅😅😅

Bom, como eu, e estou falando de mim mesma - Daniela -, acredito que podemos viver a vida de uma forma diferente do que a cultura nos propõe, fico pensando cá com meus botões como seria compreender os conflitos entre pais e filhos a partir de uma perspectiva diferente...

Eu acredito que é o sentido da vida é desenvolver a nossa alma, aumentando a nossa capacidade de conexão com a nossa Essência - o nosso espírito e com a nossa capacidade de amar, de evoluir e transcender a nossa humanidade.

Por isso mesmo, acredito que não é por acaso que atraímos as pessoas para a nossa vida - seja o nosso parceiro conjugal, sejam os nossos amigos e, principalmente, as nossas crianças.
Eu acredito que atraímos para perto de nós exatamente as pessoas que precisamos para nos auxiliar a trilhar o nosso caminho de crescimento e desenvolvimento espiritual 
- ou seja -
nossa alma chama para perto de nós pessoas que vão nos desafiar a crescer e a evoluir em áreas onde ainda estamos precisando nos desenvolver.

Assim sendo, vamos lá...

Qual é o maior conflito que você tem com seu filho(a)?

O que ele ou ela faz que te deixa doido(a)? Irritado? Irado?


Será que é quando ele não te escuta?

Será que é quando ele não te obedece?

Será que é quando ele resiste às suas regras?

Independentemente de qual seja o conflito,
será que isso, por acaso, talvez, possa ter alguma coisa a ver com você?

Sabe porque eu pergunto isso?

porque, como eu disse, a nossa sociedade acredita mesmo que o problema é da criança - ou é a criança -

mas se entendemos que ela é um elemento importante e necessário para o NOSSO processo de crescimento, isso quer dizer que estamos necessariamente IMPLICADOS no conflito que está acontecendo, porque NÓS temos algo a aprender com ela - para o NOSSO próprio crescimento pessoal.

Então, na perspectiva da Parentalidade Consciente, compreendemos que não podemos focar unicamente na criança e qualquer que seja o 'problema' que ela esteja apresentando...

Entendemos que há algo nesse conflito que diz respeito TAMBÉM à família e, assim, há uma lição de crescimento que precisa ser levada muito a sério no trabalho de desenvolvimento interno desse pai e dessa mãe.

E que lindo presente esse que a vida nos oferece...

Temos a incrível oportunidade (e responsabilidade) de crescer, evoluir e transformar o nosso espírito por meio do que acontece na nossa relação com nosso filhos.

Então, meus queridos pais, vocês com quem eu falo com tanto carinho, despertem! 

Abram os seus olhos e os seus corações para essa chance de - por causa e por meio do amor por seus filhos - atenderem a esse convite de transcender e transformarem-se.

Seja qual for o conflito que você tenha com ele, por trás disso e num nível mais profundo, há um convite para que você examine o que em VOCÊ precisa ser revisitado, cuidado, curado para que VOCÊ possa crescer, evoluir e se tornar um ser humano mais inteiro e mais consciente que seus filhos merecem ter como pai e mãe.

Seu filho é a sua maior e melhor oportunidade para a sua evolução humana e espiritual...



Não perca essa chance, porque ela passa rápido.

Um abraço com muito carinho, vibro aqui na expectativa de que vocês cresçam e floresçam na sua mais verdadeira e pura essência...

Psicóloga Daniela Elias.

💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖

Deixe seu comentário, reflexão, crítica, sugestão... O que você pensa é muito importante para mim 😊

domingo, 19 de novembro de 2017

Os pais e a psicoterapia infantil

Como psicoterapeuta infantil eu atendo muitas famílias que vem procurar minha ajuda quando passam por momentos de dificuldade e/ou sofrimento com suas crianças...


Normalmente, na primeira sessão, fico prestando muita atenção nesses pais que estão diante de mim... Às vezes eles chegam emocionalmente sobrecarregados, com os olhos e a alma recheados de dor, preocupação,  medo, apreensão e angústia, afinal, já não sabem mais o que fazer e se vêem sem saída diante dos problemas que estão vivendo.

Outras vezes eles chegam arrogantes, orgulhosos, cheios de demandas e ordens de coisas que querem que eu "conserte" em seus filhos.

Independentemente disso, meu coração sempre fica tocado pela enorme coragem dessas pessoas que batem a minha porta e - diante de alguém que nunca viram antes - abrem a sua intimidade, convidando-me a conhecer sua casa, as suas relações, os conflitos que não ousam compartilhar com mais ninguém...

Quão difícil, doloroso e vergonhoso é admitir que algo não vai bem com seu filho ou filha... Entendo que, para muitas famílias, expor as dificuldades pelas quais estão passando é quase como assinar um atestado de fracasso ou incompetência.

E aí, quanto mais agitados, fechados ou resistentes eles se mostram, mais claro fica que - em seus corações - dói grande e profundamente o medo de serem julgados, acusados, condenados...

Ah, se eles soubessem quando admiro a coragem de estarem ali...

É com grande humildade, respeito e reverência que me vejo convidada a adentrar o espaço sagrado de uma família... 


Diante desse chamado, me ancoro firmemente na compreensão de que esses pais não precisam de mais alguém para apontar seus erros, mas de alguém que lhes estenda a mão e se coloque como parceiro.


Eu entendo que esse é o trabalho do terapeuta infantil com os pais.

O terapeuta é aquele que, junto com eles, olha e investiga onde estão acontecendo bloqueios e entraves...

Desvendando onde - no caminho da vida e da família - as pessoas se desencontram e o sofrimento, o caos, a dor, as brigas, os desentendimentos - começaram a sobrepujar a harmonia, o crescimento, a felicidade.

Assim - da confusão de histórias e do tormento de emoções e pensamentos que vão emergindo em nossos encontros - vamos encontrando sentido para o que está acontecendo.

Como as peças de um quebra-cabeça que - inicialmente confusas e bagunçadas - vão se encaixando e a imagem começa a aparecer e se tornar compreensível.


Para mim, isso é o que há de mais mágico no encontro terapêutico, quando do meio da dor emerge o sentido da situação familiar.

E então podemos trabalhar para reconstruir a história,
resgatando e cuidando das feridas,
regenerando os corações machucados.


Por isso mesmo, me reconforta o fato de que - não importa quão ruim, dolorosa ou caótica esteja a situação de sofrimento familiar - esses pais que vem bater à minha porta estão se disponibilizando (pelo menos um pouquinho) a olhar para o que está precisando ser cuidado...

Quão maravilhoso é o fato de que - por amor aos seus filhos - eles se propõe a olhar para essas feridas e sofrimentos, 
se propõem a revelar e desnudar aspectos de sua vida que talvez não fariam em outras circunstâncias...

Ah, queridos pais, se vocês soubessem que - ao fazer isso - estão contribuindo para criar um mundo melhor...

Afinal, a cada família, a cada criança, a cada ser humano, que se dispõe a cuidar de si, é favorecida a construção de um mundo com mais paz, mais equilíbrio e mais harmonia.


Ah se vocês soubessem o quanto os admiro...

Um abraço enorme, com muito, mas muito carinho a todos vocês...
Psicóloga Daniela Elias

💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖


Deixe seu comentário, reflexão, crítica, sugestão... O que você pensa é muito importante para mim 😊

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Parentalidade Consciente - uma forma diferente de olhar para a relação pais-filhos

Já há algum tempo viemos discutindo o que é o conceito de Parentalidade e os modelos de Parentalidade Tradicional e Parentalidade Consciente.

Hoje gostaria de apresentar, mais detalhadamente, a perspetivas e os fundamentos da Parentalidade Consciente.

Essa nova visão sobre o relacionamento entre pais e filhos é relativamente nova no Brasil, embora já exista há algum tempo em outros países.

E, afinal de contas, o que essa perspectiva propõe?

Na visão Parentalidade Consciente compreende-se que o relacionamento entre pais e seus filhos pode ser de uma natureza de parceria - uma vez que percebemos que essa criança que chega em nossa vida e em nossa família é um ser absolutamente único, separado e diferente de quem seus pais são. 

É um espírito humano que precisa ser visto e reconhecido por quem ele ou ela é na sua própria essência.


Assim, se pudermos reconhecer a essência dessa pessoinha, poderemos honrar e respeitá-la dentro desse contexto, do que é autêntico e verdadeiro para ela!

Entendo que exercer esse princípio é extremamente difícil para muitas famílias, afinal de contas, elas passaram meses, anos, imaginando, sonhando e fantasiando sobre quem seria esse filho ou filha...

Como seriam seus rostinhos - mais parecidos com o pai ou com a mãe? 

Teria a aptidão para esportes? 

Seria uma excelente bailarina? 

Seguiria a profissão sonhada pelos pais?

Abandonar esses sonhos e expectativas parece ser algo impensável...

Eu entendo!

O grande risco é que, muitas vezes, sem perceber - e às vezes percebendo - acabamos impondo esses nossos sonhos, desejos e fantasias a essa criança
 e pode ser que eles não tenham absolutamente nada a ver com quem ela é em sua essência.

E assim nós acabamos promovendo, na criança, um distanciamento do seu próprio centro interno, ou seja, uma desconexão da criança com sua essência, o que leva - inevitavelmente - a uma situação de muito sofrimento e/ou adoecimento emocional.


Por isso mesmo o princípio norteador da Parentalidade Consciente é:

favorecer à criança desenvolver autenticamente a 
ESSÊNCIA DE SEU SER.



E é exatamente a capacidade da criança agir de modo autêntico - coerente com a sua essência - que é considerado como parâmetro de realização e sucesso como pessoa e como ser humano.

Então, nessa concepção de relacionamento, da Parentalidade Consciente, fundamenta-se um vínculo de extrema intimidade e conexão no qual os pais são elementos favorecedores do desenvolvimento e amadurecimento emocional de seus filhos, ensinando-os habilidades e ferramentas para lidar com suas experiências emocionais - aceitando e manejando de forma saudável as suas emoções...

Mas, ao mesmo tempo, esses pais também são ensinados, tocados e transformados por seus filhos - que se tornam parceiros em seus próprios processos de crescimento pessoal e amadurecimento emocional. 

A missão dos pais conscientes é favorecer e celebrar o desabrochar e a manifestação do espírito e da essência únicos de seus filhos.


Para exercer essa missão o caminho é o da construção de uma consciência muito refinada,
ou seja, de um contato profundo com a essência do próprio Ser.

É resgatando a nossa história que nos tornamos mais conscientes de nossa própria essência - aumentando a nossa própria consciência - aprendemos a nos relacionar de forma mais consciente com nossos filhos e, assim, podemos ensiná-los a viver de forma mais consciente, mais inteira, mais autêntica.

Esse é o convite da Parentalidade Consciente:

olhe para você mesmo, volte o foco para o seu próprio processo de desenvolvimento, e assim, resgatando o contato com a sua própria essência você favorecerá ao seu filho ou filha também ser mais autêntico à essência dele ou dela.

Você está disposto a atender esse chamado?


Um beijo com muito carinho a cada um de vocês!
Psicóloga Daniela Elias

💖💖💖💖💖💖💖💖💖